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Bosque dos Constituintes: a novela continua A agressão ao Bosque, com retirada de árvores para construção de um prédio com apoio do Ministério da Cultura, está sendodocumentada para a história Da redação 23 de Abril de 2004 A novela em torno da construção do Memorial Israel Pinheiro na área onde foi plantado o Bosque dos Constituintes, próximo à Praça dos Três Poderes, em Brasília, parece não ter fim. Fim mesmo talvez terão as árvores que já foram arrancadas. Pelo menos o pau-ferro plantado pelo ex-presidente da Constituinte, Ulysses Guimarães, ainda resiste junto aos tapumes da obra. Resumo da ópera: o juiz as 16ª Vara Federal, Francisco Neves da Cunha, primeiro foi feliz, concedendo liminar suspendendo as obras do Memorial Israel Pinheiro, por considerar que um bem não pode prejudicar outro, além de reconhecer as irregularidades da obra. O nobre causídico notificou ainda as duas mesas do Congresso Nacional ![]()
No último dia 31 de março o mesmo juiz foi infeliz e revogou a liminar que ele havia concedido e as obras forma retomadas. O engenheiro Florestal da Universidade de Brasília, Eleazar Volpato está dando tudo de si, numa espécie de bloco do eu sozinho, e foi quem encaminhou ação popular contra a destruição do bosque, símbolo da Constituinte de 1988. Em determinada ocasião era ele contra sete advogados. "A vitória deles será também
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