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SOS Mata Atlântica A luta pela preservação SOS e Inpe lançam Atlas e campanha para sensibilizar Congresso Nacional e a população Silvestre Gorgulho 22 de Junho de 2004 A Fundação SOS Mata Atlântica faz acontecer. Com o objetivo de defender e preservar o pouco que resta de um dos biomas mais ricos em biodiversidade do mundo - a Mata Atlântica - a SOS promove um mutirão de atividades nas mais diversas áreas: educação, política, tecnologia, informação, mídia e cultural. Para comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica, em 27 de maio, a Fundação lançou, no Senado Federal, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - Inpe - o Atlas dos municípios que traz ranking das cidades com maior índice de preservação. O Atlas revela a situação da Mata Atlântica em 2.815 municípios, de dez dos 17 estados que são abrangidos pelo bioma - Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Além disso, mostra os índices de representatividade da vegetação de mangue e de restinga. ![]() Uma novidade muito importante vale destacar. É o Índice de Preservação da Mata Atlântica, indicador criado pela organização não governamental, com o ranking dos municípios que mais possuem vegetação nativa da Mata Atlântica. Segundo Mário Mantovani, diretor de Relações Institucionais da SOS Mata Atlântica, é a primeira vez no país que informações amplas e detalhadas sobre remanescentes de um bioma de diversas cidades estarão disponíveis, com acesso livre e universal, pelos sites: <www.sosmatatlantica.org.br e www.inpe.br>. A SOS Mata Atlântica e a Rede de ONGs (257) da Mata Atlântica solicitaram a aprovação urgente e sem alterações de mérito do Projeto de Lei nº 107/03. Miriam Prochnow e Mário Mantovani pedem apoio do senador Paulo Paim, vice-presidente do Senado, acompanhados na audiência, pelo deputado Sarney Filho (PV-MA) e pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC)
Hoje, restam menos cerca de 5% da cobertura original da Mata Atlântica do Nordeste (5.600.000 hectares), e a floresta remanescente está representada por arquipélagos de pequenos fragmentos imersos em uma paisagem dominada principalmente pela cana-de-açúcar.
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