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A arte de focar o mundo Concurso de fotografia: incentivo à arte e à preservação A fotografia ajuda a preservar, a educar e a contar histórias maravilhosas Silvestre Gorgulho 22 de Julho de 2004 A natureza é uma grande inspiradora e setembro é mês da Primavera. No Centro-Sul, também é o mês em que se comemora o Dia da Árvore. Para homenagear ambas as datas, foram criados vários concursos de fotografia como o do Banco Itaú BBA, que está na sua 10a edição. As inscrições vão estar abertas até o dia 10 de setembro. Tanto fotógrafos amadores como profissionais podem participar, enviando até três imagens nos temas: Árvore Florida - Mata Florida - Plantação Agrícola Florida. A premiação de R$ 71 mil será dividida entre os cinco vencedores de cada uma das duas categorias e os 50 autores das melhores fotografias que receberem menção honrosa. As fotografias devem ser feitas em território brasileiro. As imagens não podem apresentar interferência humana ou de construção. Além disso, é dada preferência aos trabalhos que apresentarem árvores raras. Os trabalhos serão avaliados por um júri, formado por personalidades reconhecidas no meio fotográfico e de preservação ambiental. A inscrição é gratuita e vale também fotografia digital. O resultado do concurso será divulgado até o dia 20 de novembro. Mais informações: Prêmio Itaú BBA www.itaubba.com.br Fone: (11) 3708-8182 Outros concursos: Concurso daUNEP: Premiação: US$ 20 mil www.unep.org/wed/2004 (11) 5088-3082 / 5088-3400 5o Festival de Inverno de Bonito Concurso Nacional de fotografia Imagem e meio ambiente http://www.festinbonito.com.br/fotografos.htm ![]() A arte de fotografar A fotografia, a arte de contar histórias, está cada vez mais valorizada. Tem a capacidade única de eternizar imagens. Mas há dicas importantes para quem quer se aventurar pelas matas e campos garimpando imagens para concursos ou simplesmente para guardar em sua coleção. Cinco dicas de ORLANDO BRITO
1. Fotografar preferencialmente de manhãzinha ou à tardinha. Por que? Porque no horário de 10 às 16 horas o sol, em geral, é muito forte e, por isso, produz muita sombra. 2. Depois da chuva é ótimo tirar fotografias, especialmente da natureza. Por que? Porque os pingos da água que desce tiram do ar todas as impurezas e deixa a luz mais cristalina. 3. Usar sempre filmes do mesmo tipo, para aqueles que preferem negativos ou slides. Por que? Porque assim você terá maior domínio do rendimento que cada película oferece. 4. Buscar usar sempre a luz natural existente, evitando a utilização da iluminação artifical de um flash. Porque? Por que o flash uniformiza a iluminação da área a ser retratada e, desse modo, elimina todas as matizes, sub cores e semi tons que a luz da própria natureza se encarregou de oferecer. Além do mais, a luz natural é contínua e permanentemente visível. Enquanto a iluminação artificial é como um raio e imprevisível. 5. Se possível, fotografe a mesma cena, a mesma paisagem, mesma árvore, mesma flor, mesmo rio, etc outras vezes. Por quê? Porque fazendo isso você criará uma relação visual com cada um desses motivos e poderá acompanhar sua evolução ou a degradação de cada um deles.
Goiano de Morrinhos, morou em alguns países que lhe deram uma visão mais universal. Foram eles: Irã, Japão (quando iniciou na fotografia), antiga Iugoslávia, aonde fez a primeira documentação fotográfica. Realizou oficinas, estágios e exposições em vários outros países. Voltou ao Brasil com a finalidade de documentar particularidades da cultura e da paisagem, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Norte. Tem estúdio e arquivo de imagens em Brasília. É autor de cinco livros: "Brasil Aventura - No Caminho dos Heróis", "Brasil Terra Virgem", “Grande Oeste”, “Goiás 250” e “Goiás Velho - Patrimônio da Humanidade”. Participou também do livro “450 Anos de São Paulo”. Site: www.faquini.com.br (61) 917-5574 A fotografia é uma linguagem tão abrangente que vai do documento à arte, passando por uma gama infinita de possibilidades que dependem da física, mecânica, química, etc. Isso exige do fotógrafo um tremendo aprendizado para destreza e prontidão como a de pilotos de caça ou de Fórmula 1. E, é claro, cultura. Assim, um bom fotógrafo de natureza tem necessariamente que entender do assunto. Algumas dicas: 2. Dominar completamente o manuseio do equipamento, que deve ser o mais enxuto e adequado possível. 4. Deixar que a foto fale. Não você. 5. Ter em mente que você vai imortalizar um momento. Sua imagem será vista daqui a cem anos. Cinco dicas de CARLOS TERRANA
1. Se for trabalhar com filme é bom usar filme de sensibilidade 400 ASA/DIN, no mínimo, pois dentro da mata a luminosidade é bem menor. Principalmente se você for fotografar algum animal, tipo macaco, se movendo. Um filme de ASA 100 não vai te dar a possibilidade de usar velocidade de obturador maior que 60, aumentando assim a possibilidade da foto sair borrada. Se estiver usando digital, coloque na regulagem “fine” ou de 800 ASA. 2. É bom levar uma pequena toalha para ficar se secando, pois a transpiração pode molhar e danificar o equipamento. 3. Se quiser levar um pequeno tripé é muito bom. As fotos de paisagem, principalmente no amanhecer e entardecer, ficam excelentes com velocidades lentas. Aí sempre há necessidade da máquina estar apoiada para não correr o risco da foto sair desfocada. Sair tremida, como se diz. 4. Nunca fique olhando pelo ocular da máquina, enquanto caminha na mata. Não esqueça que a atenção e olhar bem onde pisa é uma das regras de sobrevivência na natureza. Pelo menos evita acidentes. 5. Tenha muita paciência. Caminhe em silêncio, pois assim você aumentará as chances de cruzar com um animal.
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desse esforço por uma melhor qualidade de vida. Como? Muito fácil. Folha do Meio Ambiente é uma publicação da Folha do Meio Ambiente Cultura Viva, Editora Ltda, SRTV Sul, Quadra 701,Edificio Multi Empresarial - Bloco O - CEP 70340-907 - Brasília-DF, Brasil – Fone: (61) 3322-3033, Fax (61) 3226-4438. © Copyright 2001 Folha do Meio Ambiente Cultura Viva, Editora Ltda. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha do Meio.
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