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Gestão ambiental
Linha Verde da Petrobras contra a poluição Silvestre Gorgulho 23 de Fevereiro de 2005 Ouro é ouro, objeto de desejo e de cobiça desde que o mundo é mundo. O petróleo é conhecido como o "ouro negro". Objeto de desejo e de cobiça desde que o mundo precisou de energia e de combustíveis para se aquecer, para se movimentar e para produzir plásticos e derivados. Dia 16 entrou em vigor no mundo todo o Protocolo de Kioto, um compromisso planetário para diminuir a poluição do ar. E no uso racional de matérias primas, sobretudo na exploração, refino, transporte e distribuição de petróleo está uma das equações para a redução da emissão de poluentes na atmosfera. Na edição de dezembro, a matéria de capa da Folha do Meio Ambiente mostrou dois momentos difíceis na questão ambiental referente ao uso de petróleo: um vazamento de óleo na bacia de Campos-RJ e o desastre com o navio chileno Vicuña que explodiu no Porto de Paranaguá e derramou na baía paranaense 1,5 milhão de combustível. O grave desastre resultou danos à fauna marinha, aos mangues, praias e a quem vive da pesca. Aí vem a pergunta: como conviver com a necessidade de produção, transformação e distribuição de petróleo e, ao mesmo tempo, cuidar e defender o meio ambiente? É esta resposta que fomos buscar juntos a Petrobras. ![]() Durante muito tempo, a lógica do lucro levou o modelo de exploração e produção de petróleo às últimas conseqüências, pouco se importando com a saúde e o meio ambiente. Mas o mundo é cativo do "ouro negro". Só ele viabiliza o transporte coletivo e individual, fazendo uma interface com a indústria automobilística. Mesmo independentes, uma não vive sem a outra. Mas a conscientização ambiental chegou. A busca do desenvolvimento sustentável bateu à porta de governos e empresários. O Protocolo de Kioto finalmente entrou em vigor. Daí, empresas - como a Petrobras - estão chamando para si essa responsabilidade social e ambiental. Combate a emergências LINHA VERDE contra a poluição O Centros de Defesa Ambiental em todo o Brasil estão 24 horas no ar e os telefones são esses: Cultura antidesperdício Em São Paulo, foi criado um programa antidesperdício de petróleo e gás natural, desenvolvido pela Petrobras, para atuar em 6 mil escolas. O programa é o resultado de uma parceira inédita entre o Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural e a Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. O programa vai ser aplicado a partir de março, quando professores dos seis mil colégios serão treinados por profissionais capacitados, com o objetivo de disseminar a cultura antidesperdício de derivados do petróleo e gás natural. Segundo o coordenador do projeto, Perival Gomes Bezerra, São Paulo foi escolhido por ser o Estado com maior índice de desperdício de combustíveis. O alvo são professores e estudantes de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e das escolas técnicas da rede pública, que também serão os primeiros beneficiados pelo mais novo formato do programa, reformulado em agosto de 2004.
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