Agencias Parceiras:
Propeg Comunicacao
Agência Plá
DeBRITO Propaganda
Mccann Erickson
DPZ


Coluna do Meio

regina@folhadomeio.com.br

Regina Gorgulho

Paradoxo
“Copenhague abre uma nova Guerra Fria”.

Agora a guerra não é mais nuclear e sim contra o aquecimento global.

 

Megausinas: prós e contras

• Os estudiosos em energia continuam na pregação:
• O desejável é que a expansão do sistema elétrico nacional evolua para uma geração distribuída e diversificada;
• Megausinas hidrelétricas como Itaipu geram energia barata, mas têm a desvantagem de ficar longe dos centros de consumo. A construção de longas linhas de transmissão são caras e criam certa vulnerabilidade no sistema interligado.
• O importante é ter mais usinas, de menor porte e com participação de várias fontes de energia, além da hidráulica de grande porte;
•Bom, também, contar com PHCs – pequenas centrais hidrelétricas ou termelétricas (alimentadas com biomassa renovável (bagaço da cana) próximas aos centros de consumo.

Amazônia: mudanças irreversíveis
• Estudo sobre várias regiões do mundo, realizado pelo grupo de seguros Allianz em parceria com a ONG WWF, revela:
• A floresta amazônica é uma das áreas que estão perto de atingir limites de temperatura capazes de provocar mudanças irreversíveis.
• E o estudo entra também numa questão crucial, perda financeira. Para a Allianz /WWF, quando a floresta Amazônica tiver perdido 4 milhões de km2, o prejuízo ao PIB brasileiro pode chegar a cerca de US$ 9 bilhões.

Eleições e os poluidores
• A doação em 2006 foi na casa dos R$ 60,8 milhões. Em 2010, vai aumentar.
• São 38 empresas, pertencentes a áreas da indústria que emitem grande quantidade de gases-estufa, que contribuíram R$ 60,8 milhões para campanhas eleitorais de 2006 no Brasil.
• Os doadores pertencem a 12 associações nacionais representando indústrias de grande intensidade de carbono no agronegócio, energia, carne, papel e celulose, cimento, mineração, óleos vegetais e siderurgia. A verdade nua e crua é que o financiamento vindo das indústrias poluidoras ajudou a eleger metade da comissão da Câmara dos Deputados que está considerando mudanças no Código Florestal.

Óleo nas tartarugas
• Não é possível que navios continuem a derramar petróleo com tanta freqüência.
• A Praia do Degredo, litoral norte do Espírito Santo, área de reprodução das tartarugas ameaçadas de extinção, foi atingida terrivelmente pelo óleo que vazou durante o carregamento do navio Pirajuí, da Transpetro.
• Foram dois mil litros de petróleo bruto. Um pecado mortal!

Copenhague é aqui
• As mudanças climáticas estão fazendo o sertão ferver.
• A informação do Laboratório Meteorológico de Pernambuco é preocupante.
• Já chega a quatro graus a elevação de temperatura no sertão.
• Além do aquecimento global, o sertão pernambucano é vítima do desmatamento provocado pelo consumo de lenha para alimentar fornos da indústria gesseira.

Natura e a Amazônia
• O lucro da Natura com a Amazônia é muito grande.
• As essências originárias da Amazônia contribuem com 15% do volume de negócios da maior indústria de cosméticos do Brasil.
• Para Guilherme Leal, do Conselho da Natura, a estratégia tem sido substituir as essências de origem petroquímica pelos insumos produzidos com plantas encontradas na Amazônia. Para se ter uma idéia, hoje a relação industrial é a seguinte: 60% dos produtos vem de essências florestais e 40% de origem petroquímica.

Alternativa exótica
• A Feira Internacional da Amazônia, realizada em novembro, mostrou algo que poucos querem ver.
• A Amazônia tem muitas alternativas econômicas explorando o turismo, as frutas, óleos, bebidas, aromas, artesanato e folhas de mais de 13 mil árvores.
• É só deixar a floresta em pé, gente!

“Em Copenhague, vão fazer muitas
promessas e vai ter muito discurso. Só
demagogia. Não tem como cumprir
 essas metas. Se você olhar o protocolo de Kioto, a Europa não reduziu
absolutamente nada, ao contrário.”
Do prof. Luiz Carlos Molion,
representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial



 
Folha do Meio Ambiente


Pesquisa

 

 

Participe desse esforço por uma melhor qualidade de vida. Como? Muito fácil.
Fazendo sua assinatura,  escrevendo e dando sugestões.

Folha do Meio Ambiente é uma publicação da Folha do Meio Ambiente Cultura Viva, Editora Ltda, SRTV Sul,  Quadra 701,Edificio Multi Empresarial - Bloco O - CEP 70340-907 - Brasília-DF, Brasil – Fone: (61) 3322-3033, Fax (61) 3226-4438.

© Copyright 2001 Folha do Meio Ambiente Cultura Viva, Editora Ltda. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta  página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Folha do Meio.